terça-feira, 13 de abril de 2010

Spotting Inside em Cascais

Antes de ir voar aproveitei em fotografar algumas aeronaves que estavam na placa do aeródromo de Cascais.

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Registos novos: 6

APS001 - Cascais-Santarém-Cascais - Parte II

A pedido de alguns utilizadores do Portugal Spotters, resolvi criar uma segunda parte do flight report, apenas com fotos:

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sexta-feira, 9 de abril de 2010

APS001 - Cascais-Santarém-Cascais

Foi recentemente lançado no fórum do Portugal Spotters os "Voos APS". Esta iniciativa tem como objectivo levar os spotters a andarem de avião, num trajecto à sua escolha, com o objectivo de fazer fotografia aérea.

Vim a Lisboa para vir à assembleia da Associação Portugal Spotters que se realiza amanhã dia 10 de Abril. Como estou de folga desde quinta, resolvi vir logo.
Na quarta o João Alcântara lança o convite no Portugal Spotters: vai a Santarém com o Guilhermino na quinta de Cessna e procura mais alguém para ir com eles. Eu gostava muito de ir, e mandei uma mensagem ao João a dizer que se fosse na sexta ia com eles. O João e o Guilhermino fizeram questão de mudar o dia do voo para eu ir. Estava marcado o primeiro "voo APS".

Chegámos ao aeródromo pelas 10:45. Fomos beber café antes de ir voar e tive o prazer de conhecer pessoalmente o João Alcântara e o outro piloto, o Rui Parreira. Pelas 11 horas entrámos no Aeródromo depois de feita a identificação. Naquela placa estavam muitos aviões e eu não sabia qual era o “nosso”. Eis que o João se dirige para o CS-APN, Cessna 172 da Aeropiloto.

Tirámos umas fotos, montámos os headsets e sentámos nos nossos lugares. Os pilotos fazem o check-list e pedem a autorização para arrancar motores. Vinte minutos depois o João meteu o motor em marcha e fomos para a pista 35. Estavam 3 aviões à nossa frente para aterrar. Foi a primeira vez que estive em Cascais, e fiquei impressionado com o movimento. Não só “teco-tecos” das escolas, mas também helicópteros e até uma Cessna Citation.
Às 11:48 estávamos no ar. Subimos para 1000 pés e seguimos para Santa Cruz.




O voo até lá foi turbulento e até fiquei um pouco enjoado. Às 12:08 passámos à vertical do aeródromo de Santa Cruz dando depois a volta e fazer uma low-pass na pista 35. A saída da low-pass foi puxada, mas não muito, “para não andarmos à cabeçada lá atrás”. Seguimos então para Santárem a 2500 pés.


O procedimento foi o mesmo. Passámos à vertical do aeródromo às 12:44, a volta foi dada e aterrámos na pista 05. Os pilotos estacionaram a Cessna e fomos até ao restaurante.


Pelas 14 horas estávamos de novo no ar. Não sentimos praticamente nenhuma turbulência. Seguimos o rio Tejo até ao estuário, seguindo depois para o Montijo. Não passámos totalmente na vertical, o que permitiu tirar algumas fotos. Ainda conseguimos ver um Eh-101 Merlin a fazer uma passagem na pista.
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O João perguntou se era possível fazer uma aproximação ILS à pista 03 de Lisboa. A resposta foi negativa. Seguimos então para o sul da Costa da Caparica para fazer uma aproximação VOR à pista 35 de Cascais. Pelas 14:45 estávamos no enfiamento da pista 35 e aterrámos cinco minutos depois. Às 15 horas saímos do avião.
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Foi uma experiência da qual gostei muito e será certamente para repetir. Podemos conhecer e fotografar do ar as paisagens que o nosso país tem. Já que gostamos e fotografamos da aviação em geral, porque não voar? Fica lançado o desafio.
Quero agradecer desde já ao João Alcântara, Guilhermino Pinto e ao Rui Parreira por fazerem este voo possível e acima de tudo pelo convívio.